É assistida pelo decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Além disso, ela possui recursos e serviços que contribuem para proporcionar uma vida mais independente e inclusiva.
Recursos é todo e qualquer item, equipamento, produtos, sistema e serviços, que são os auxiliares, ou seja, que atuam diretamente com a pessoa com deficiência.
A tecnologia assistiva é classificada por categorias:
- Auxílio para a vida diária e vida prática: ex: talheres especializados e materiais manuais e educativos.
-Comunicação aumentativa e alternativa: ex: pranchas construídas com sistema de símbolos.
- Recursos de acessibilidade ao computador: ex: teclados expandidos ou reduzidos.
- Sistema de controle de ambiente: ex: o uso do controle remoto, controla os ambientes da casa.
- Projetos arquitetônicos para acessibilidade: ex: mudanças arquitetônicas, de acordo com a deficiência.
- Órteses e próteses: ex: servem de auxílio á mobilidade.
- Adequação postural: ex: poltrona postural.
- Auxílios de mobilidade: ex: cadeiras de rodas, andadores.
- Auxílio para cegos ou para pessoas com baixa visão: ex: ampliadores de tela, relógios em braille, leitores de texto.
- Auxílio para surdos ou deficientes auditivos: ex: próteses auditivas.
- Adaptações em veículos: ex: elevadores para cadeira de rodas.
A tecnologia assistiva é entendida sob o aspecto interdisciplinar, ou seja, assistida por profissionais de diversas áreas e o apoio inconstitucional da família.
A feira Reach- realizada em São Paulo, é encontrado, tudo o que é oferecido de tecnologias assistivas no Brasil.
Pergunta:
Em nosso meio acadêmico, vagas foram ocupadas para deficientes, porém como vemos diariamente, os recursos são mínimos para melhor atendê-los.
Segundo a sua opinião, como você analisa o tripé “sala de aula, aluno, recursos”, estamos aptos a responder positivamente a esse “tripé”, ou estamos longe da excelência nessas aprendizagens?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
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Colegas, acredito que estamos longe, mas ao mesmo tempo a caminho, pois isso é um conjunto, que aos poucos vamos melhorando. A sala de aula muitas vezes não dá suporte para esse alunos, cabendo ao professor usar sua criatividade para atender as necessidades dos seus alunos, para que assim os alunos tenham um melhor aproveitamento.
ResponderExcluir"Sabemos que a Inclusão é um processo lento, mas sabemos tambem que a universidade ao dispor de vagas à estes alunos deveriam primeiramente se adaptar para depois recebe-los, pois é constrangedor ao Deficiente estar em um meio que nao oferece condiçoes para atender suas necessidades. Portanto é responsabilidade das universidade, escolas, instituições que oferecem vagas, prover de condiçoes e meios para que eles tenham um bom rendimento em sala de aula."
ResponderExcluirAntes de terem colocado os alunos deficientes nas escolas ou nas universidades, deveriam primeiramente ter adaptado os espaços fisicos e pessoais das instituições para receberem estes alunos. Como sabemos temos muitos academicos em nossa instituição,que entraram pela mesma forma que nós: vestibular. Pergunto: será que já prepararam a banca que vai assistir seus trabalhos finais de graduação?
ResponderExcluirSabemos que as tecnologias assistivas em sala de aula são fundamentais para a promoção de uma educação inclusiva e de qualidade. Infelizmente, a realidade das escolas e universidades ainda não garante o acesso a todos os portadores de necessidades especiais, pois sua implantação é lenta. Muitas vezes também, o desconhecimento por parte dos professores impede que possam utilizá-las como ferramentas auxiliares e assim ajudar os alunos.
ResponderExcluirAcredito que ainda é precária a situação dos recursos para deficient. Penso que estamos longe da excelência nessa area mas nunca é tarde para transformações.Sabemos que alguns recursos existem mas ainda são poucos para atender a grande demanda de quem os utiliza. Cabe no entanto fazer com que este tripé mencionado se fixe no chão para assim atender com mais eficiencia a grande nescessidade dos deficientes que todo dia passam por estes obstáculos.
ResponderExcluirA inclusão é um processo lento e gradual, a faculdade ainda deixa a desejar, mas aos pocos novas tecnologias assistivas vão sendo implantadas...
ResponderExcluirAcredito que estamos buscando melhorias,mas antes de receber alunos especiais,deveriamos já estar com uma estrutura adequado para o conforto deles.
ResponderExcluirCreio que estamos chegando lá, mas ainda falta estruturas adequadas par receber alunos com deficiencia e com o tempo essas estruturas vão aparecer.
ResponderExcluirPenso que ainda estamos longe, mas melhorando!!! Sabendo que algumas escolas não tem acesso as tecnologias assistivas vai depender da criatividade do professor para conseguir atender as necessidades dos alunos!!
ResponderExcluirTemos conhecimento que as tecnologias assistivas são essenciais para promover uma educação inclusiva de boa qualidade e proporcionar à pessoa com deficiência maior independência.
ResponderExcluirPorém as escolas e universidades não estão completamente adaptadas para receber os alunos especiais.
Entretanto sabemos que a inclusão é um processo lento,mas acredito que estamos progredindo.
Considerando que são poucos os centros universitários em nosso país que estão dando os primeiros passos neste tema, e que ainda não é um assunto obrigatório nas graduações da saúde, reabilitação, educação e nem mesmo nas engenharias.
ResponderExcluirAinda existe um desconhecimento nas várias áreas de atuação profissional. Portanto estamos longe de dar oportunidades iguais a pessoas deficientes. Mesmo que elas tenham uma educação básica adequada, com recursos e tecnologias necessárias, quando elas crescerem não terão liberdade de escolher um campo em que se encaixem por capacidade e terão que se limitar a subprofissões... a menos que até lá isso já tenha mudado.
Acredito,que estamos longe pois o processo de inclusao esta muito lento.Ainda falta estruturas adequadas para receber alunos com deficiencia tanto nas escolas quanto nas universidades.
ResponderExcluirAtualmente acredito que estamos longe de oportunizar as mensmas condições aos deficientes, mas poso dizer que estamos em andamento com o processo inclusivo, se adequar certamente vai levar um grande tempo.
ResponderExcluirAcredito que agora estamos começando a desenvolver esse tripé, que se torna essencial para a inclusão, no momento que forem feitos mais investimentos em salas de aula e recursos vai partir do interesse do professor buscar mais informações para melhor receber o aluno em sala de aula.
ResponderExcluirNão estamos não, aptos a responder a esse tripé, estamos um pouco longe sim de se ter isso como uma coisa que logo ficará tudo bem. Mas claro, acho que principalmente essas pessoas que precisam, que necessitam desses recursos, devem se impor mais e pedir mais ajuda aos seus professores, pois já estarem dentro da universidade já é um começo, mas a UFSM tem que ser obrigada a ter os devidos recursos para os deficientes. Acho que muita coisa ainda deve de ser mudada e ainda muita coisa pode vir a se ter mais prioridade em relação a isso.
ResponderExcluirFalta muito ainda ,o caminho é muito longo. Há muitos obstáculos, mas não podemos desanimar temos que seguir em frente que um dia chegaremos.
ResponderExcluirAcredito que os primeiros passos foram dados, mas ainda falta uma longa caminhada para chegarmos ao objetivo traçado. Claro que será necessário muita força de vontade de cada professor para fazer a diferença e correr atrás desses recursos, assim exigindo os materiais necessários para atender esses alunos.
ResponderExcluirAcredito que falta muito ainda, pois é uma questão muito complexa, são vários os aspectos que devem ser considerados antes que se chegue a uma inclusão verdadeira, a inclusão não só a do papel, mas a que está lá na prática, a que realmente acontece e com qualidade. No nosso trabalho sobre acessibilidade, pude ter uma ideia de quantas coisas não estão adaptadas para os deficiências, coisas que parecem até mínimas, mas que dificultam bastante a vida deles...Então, ainda falta muito para que se tenha os recursos necessários em sala de aula, pois são muitas questões que vêm antes disso...
ResponderExcluirComo vimos diariamente os recursos para deficientes são muito lemitados. Acredito que nossa sociedade, e todas as instituições que dela fazem parte, não contemplem este tripé. Piis não possuem material, espaço, atitude e profissionais aptos para atendê-los. Há um longo caminho.
ResponderExcluirEstamos longe de uma resposta positiva..O que adianta universidades e colegios regulares proporcionarem vagas para os especiais, se não tem estrutura e meios para adaptá-los e educá-los de forma correta e segura. Assim, estão apenas cumprindo a lei, não a inclusão! Ainda falta uma mudaça, também, na atitude dos profissionais.
ResponderExcluirAcredito que ainda não podemos dar uma resposta positiva a esse tripé, pois os recursos para os deficientes ainda é precário,acho que a universidade deveria estar melhor preparada, ter estruturas adequadas, antes de ser aprovado esse método de inclusão, pois não só é preciso incluir o aluno e sim dar as condições necessárias para que ele se sinta bem dentro da universidade.
ResponderExcluirPenso eu que os recursos estão sendo limitados,mas os primeiros passos já foram dados,claro que falta um longo caminho para ser percorrido.Mas só vamos conseguir chegar até ele com muita força de vontade de cada um de nós futuros pedagogos.
ResponderExcluirÉ claro que ainda estamos muito longe do que se diz de uma sociedade inclsiva, pois não podemos limitar inclusão somente ao fato de trazer alunos especiais para classes regulares(se tratando em sala de aula), é preciso mais do que isso, portanto os recursos são indispenssáveis para que haja assistência às crianças especiais, mas não somente isso, adquir uma cultura inclusiva na sociedade
ResponderExcluirAinda estamos longe da excelência, mas hoje "os diferentes" estão no nosso meio... antes eram escondidos em casa... sem acesso a Educação.
ResponderExcluirInclusão muitos desafios... e possibilidades... é um longo caminho que precisa construído por toda a sociedade. Aos poucos percebemos que os espaços estão sendo adaptados, mas, temos muito a melhor. “O MUNDO É MAIS DURO QUANDO ELE NÃO ESTÁ ADAPTADO PARA AS DIFERENÇAS.”
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ResponderExcluirCom certeza estamos longe da excelência do nosso aprendizado e não conseguimos seguir de forma correta e coerente esse "tripé". Este é um processo que para ser efetivado não depende exclusivamente de nós, mas também do apoio financeiro obtido das verbas governamentais para adquirir estes recursos,de uma competente e preparada equipe interdisciplinar para efetivar os equipamentos tecnológicos e de nossa boa vontade para poder aplicar estas práticas á realidade dos alunos com necessidades especiais.
ResponderExcluircertamente estamos longe deste triple mas há passos muito lento acredito que num futuro próximo esta conquista sera sedida á todos.
ResponderExcluirAcredito que, embora muito já tenha sido feito, as bases do tripé vem sendo trabalhadas de maneira desuniforme, ou seja, muita coisa foi pensada, estudada e realizada sobre e para o aluno com alguma deficiência, sala de aula e recursos assistivos, mas nem sempre essas informações ou recursos estão disponíveis aqueles que realmente necessitam e tais disparidades constituem um dos maiores problemas para que se possa atingir a excelência na aprendizagem.
ResponderExcluirDesta forma, se as bases do tripé não estão alinhadas conforme deveriam, é seguindo essa linha de raciocínio que as melhorias sobre ela deveriam ser trabalhadas, ou seja, teoria e prática caminhando lado a lado, pois de nada adianta incluir o aluno, mas não oferecer as condições necessárias para que suas potencialidades sejam bem desenvolvidas.
Estamos muito longe deste tripé, eu acredito. Pois se um dos três fatores que não entrar em prática, o tripé não evoluirá. E a educação é movimento, portanto não podemos deixar que fique estagnada.
ResponderExcluirEntão vamos nos aprimorar para melhor atendermos estas crianças maravilhosas.
Não, com certeza, a nossa formação não é o suficiente para atendermos os alunos com necessidades educacionais especiais. Os professores dependem de uma ampla equipe interdisciplinar. Estamos aprendendo somente os fundamentos da educação especial, portanto, devemos estar conscientes de nossa formação constante.
ResponderExcluirAO meu ver estamos longe pois nem todas as escolas tem sala de recurso e isso dificulta mais ainda, acredito que é necessario aumentar os recursos ampliar mais as salas de recursos, a falta de recurso é fator determinante para que este tripé de fato se interligue e seja uma realidade.
ResponderExcluircom certeza este é um déficit que agrava ainda mais a implantação da inclusão, mas vejo a inclusão como um sistema, onde todas as peças devem andar juntas para que haja êxito, e onde há um fator negativo é claro que fica desfalcado o sistema,e é exatamente isso que está ocorrendo na política da inclusão,pois ainda requer ajustes para que o tripé seja perfeito, mas creio que damos um grande passo no processo inclusivo.
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