Embora ainda não exista uma definição universal de altas habilidades/superdotação,varias pesquisas tem sido realizadas com a finalidade de dar respostas a questões ligadas à definição de superdotação. Entre tantos conceitos um bem aceito atualmente por vários autores sobre o que seja superdotação é o de Renzulli, no seu modelo dos três anéis. Onde segundo este pesquisador, o comportamento do superdotado baseia-se na interação entre o agrupamento de três traços básicos do ser humano: habilidades gerais e/ou especificam acima da média, elevados níveis de comprometimento com as tarefas e elevados níveis de criatividade.
Existem seis tipos de pessoas com altas habilidades: o tipo acadêmico, criativo, social, talento especial e psicomotor.
As características gerais de uma pessoa com altas habilidades/superdotação:motivação interna, persistência na área de seu talento, facilidade de compreensão e percepção da realidade, capacidade de resolver problema, energia, habilidade de assumir riscos, sensibilidade, pensamento original e divergente e conduta criativa entre outras.Onde nem todas as pessoas apresentam as mesmas características.
Para identificar estas pessoas, é necessário um processo de identificação ao longo do tempo, em acontecimentos gerais do cotidiano, com uma observação continua direta e cuidadosa. É importante destacarmos que reconhecer crianças com superdotação não significa predizer um futuro brilhante para elas, pois tudo dependerá de como esta pessoa será estimulada. Ninguém necessita ter altas habilidades/superdotação para conviver ou ensinar um superdotado, e quando não identificados no âmbito familiar, ficará nas mãos professor a identificação das áreas de altas habilidades do aluno, observando como estas estão sendo utilizadas no contexto escolar, e planejando as atividades de ensino de forma a promover o crescimento de acordo com o ritmo, as possibilidades, interesses e necessidades do educando.
Pergunta:
Qual a vantagem, para os superdotados, serem reconhecidos ou identificados?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
INCLUSÃO ESCOLAR
A inclusão está fundada na dimensão humana e sociocultural que procura enfatizar formas de interação positiva, possibilidades, apoio às dificuldades e acolhimento das necessidades das pessoas com deficiências. Tendo como ponto de partida a escuta dos alunos, pais e comunidade escolar.
A matriz da política educacional de inclusão é a Declaração mundial de educação para todos, que propõe uma educação destinada a satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem, o desenvolvimento pleno das potencialidades humanas, a melhoria da qualidade de vida e do conhecimento e a participação do cidadão na transformação cultural de sua comunidade. Esse conceito foi aprofundado com a declaração de Salamanca. Sobre necessidades educacionais especiais, a meta é INCLUIR TODAS AS CRIANÇAS, inclusive as que têm deficiências graves ou dificuldades de aprendizagem no ensino regular.
O movimento da inclusão considera necessária uma política pública que tenha como objetivo a modificação do sistema, a organização e estrutura do funcionamento educativo, e a diversidade como eixo central do processo de aprendizagem na classe comum.
No projeto político pedagógico deve estar claro o compromisso da escola com o êxito no processo de ensino e aprendizagem, com o provimento de recursos pedagógicos especiais necessários, apoio aos programas educativos e capacitação de recursos humanos para atender às demandas desses alunos.
O trabalho conjunto dos serviços de apoio pedagógico especializado da educação especial, em parceria com instituições especializadas na habilitação e reabilitação de crianças com deficiências, são fortes aliados no processo de avaliação, atendimento às necessidades específicas de desenvolvimento, elaboração de programas de intervenção precoce e apoio às famílias. Os serviços de educação especial das instituições especializadas passam a desempenhar papel importante de apoio e suporte à escola comum no que se refere às necessidades educacionais especiais, por meio de trocas inter e transdisciplinares, de cooperação para a elaboração do projeto pedagógico, de orientação para adaptações e complementações curriculares, proporcionando, dessa forma, o acesso desses alunos ao currículo desenvolvido na escola comum.
Pergunta: Quais são as reais dificuldades que os alunos com necessidades educacionais especiais encontram na classe comum?
A matriz da política educacional de inclusão é a Declaração mundial de educação para todos, que propõe uma educação destinada a satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem, o desenvolvimento pleno das potencialidades humanas, a melhoria da qualidade de vida e do conhecimento e a participação do cidadão na transformação cultural de sua comunidade. Esse conceito foi aprofundado com a declaração de Salamanca. Sobre necessidades educacionais especiais, a meta é INCLUIR TODAS AS CRIANÇAS, inclusive as que têm deficiências graves ou dificuldades de aprendizagem no ensino regular.
O movimento da inclusão considera necessária uma política pública que tenha como objetivo a modificação do sistema, a organização e estrutura do funcionamento educativo, e a diversidade como eixo central do processo de aprendizagem na classe comum.
No projeto político pedagógico deve estar claro o compromisso da escola com o êxito no processo de ensino e aprendizagem, com o provimento de recursos pedagógicos especiais necessários, apoio aos programas educativos e capacitação de recursos humanos para atender às demandas desses alunos.
O trabalho conjunto dos serviços de apoio pedagógico especializado da educação especial, em parceria com instituições especializadas na habilitação e reabilitação de crianças com deficiências, são fortes aliados no processo de avaliação, atendimento às necessidades específicas de desenvolvimento, elaboração de programas de intervenção precoce e apoio às famílias. Os serviços de educação especial das instituições especializadas passam a desempenhar papel importante de apoio e suporte à escola comum no que se refere às necessidades educacionais especiais, por meio de trocas inter e transdisciplinares, de cooperação para a elaboração do projeto pedagógico, de orientação para adaptações e complementações curriculares, proporcionando, dessa forma, o acesso desses alunos ao currículo desenvolvido na escola comum.
Pergunta: Quais são as reais dificuldades que os alunos com necessidades educacionais especiais encontram na classe comum?
ACESSIBILIDADE E DESENHO UNIVERSAL
No dicionário “acessibilidade” refere-se à qualidade de ser acessível e consequentemente, de que se pode chegar facilmente. A questão da acessibilidade é uma das reivindicações mais antigas dos movimentos das pessoas com deficiência e de maior visibilidade. Sofreu ao longo do tempo diversas alterações, como todo fenômeno social.
No início dos anos 80, os primeiros movimentos reivindicatórios, buscavam a eliminação de barreiras arquitetônicas, tendo como referência as pessoas com deficiência física. Entretanto, percebeu-se que além das barreiras ambientais, encontravam-se as barreiras de atitude. Em 1981 a ONU estimulou a mudança nas atitudes, criaram organizações e direitos foram conquistados.
Em 1985 foi criada a primeira norma técnica brasileira relativa á acessibilidade, “Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços, e equipamentos urbanos à pessoa portadora de deficiência”. Valida até hoje, passando por uma última revisão em 2004. Daí a substituição do termo “barreiras arquitetônicas”, por “acessibilidade”.
Nos anos 90, há uma maior discriminação dos tipos de obstáculos existentes para as deficiências. Assim, são identificadas, além das barreiras ambientais e atitudinais, as barreiras de comunicação e de transporte. Essa diferenciação faz com que as outras deficiências sejam também contempladas, deste modo, ampliando o termo “acessibilidade”.
Uma sociedade acessível é pré-requisito para uma sociedade inclusiva. Ao lutar pela acessibilidade, estamos defendendo um Direito Humano, que possibilita a igualdade de oportunidades e que é essencial para que a inclusão social aconteça.
Em meados dos anos 90, surge o conceito de desenho universal, ou seja, um planejamento arquitetônico ambiental, de comunicação e de transporte em que todas as características das pessoas são atendidas, independentemente de possuírem ou não uma deficiência.
É importante ressaltar, que não se trata mais de eliminar obstáculos e sim de garantir acesso. Atualmente usa-se simultaneamente acessibilidade ao termo desenho universal.
O conceito do Desenho Universal se desenvolveu entre os profissionais da área de arquitetura dos EUA, com objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes para serem usado por todos, na sua máxima extensão possível.
A meta é que qualquer ambiente ou produto poderá ser alcançado, manipulado e usado, independentemente do tamanho do corpo do indivíduo, sua postura ou mobilidade. Não é uma tecnologia direcionada apenas aos que dele necessitam, é desenhado para todas as pessoas, assegurando que todos possam utilizar com segurança e autonomia os diversos espaços construídos e objetos.
Entretanto, para cumprir o desenho universal, foi necessária a criação de Leis e Normas. Para, assim, facilitar a vida de todo o cidadão, levando a sociedade por um caminho mais justo e humano, para que possamos viver com mais dignidade e respeito.
QUESTÃO: Será que somente a mudança na estrutura dos espaços públicos é suficiente para que as pessoas respeitem e aceitem as diferenças?
No início dos anos 80, os primeiros movimentos reivindicatórios, buscavam a eliminação de barreiras arquitetônicas, tendo como referência as pessoas com deficiência física. Entretanto, percebeu-se que além das barreiras ambientais, encontravam-se as barreiras de atitude. Em 1981 a ONU estimulou a mudança nas atitudes, criaram organizações e direitos foram conquistados.
Em 1985 foi criada a primeira norma técnica brasileira relativa á acessibilidade, “Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços, e equipamentos urbanos à pessoa portadora de deficiência”. Valida até hoje, passando por uma última revisão em 2004. Daí a substituição do termo “barreiras arquitetônicas”, por “acessibilidade”.
Nos anos 90, há uma maior discriminação dos tipos de obstáculos existentes para as deficiências. Assim, são identificadas, além das barreiras ambientais e atitudinais, as barreiras de comunicação e de transporte. Essa diferenciação faz com que as outras deficiências sejam também contempladas, deste modo, ampliando o termo “acessibilidade”.
Uma sociedade acessível é pré-requisito para uma sociedade inclusiva. Ao lutar pela acessibilidade, estamos defendendo um Direito Humano, que possibilita a igualdade de oportunidades e que é essencial para que a inclusão social aconteça.
Em meados dos anos 90, surge o conceito de desenho universal, ou seja, um planejamento arquitetônico ambiental, de comunicação e de transporte em que todas as características das pessoas são atendidas, independentemente de possuírem ou não uma deficiência.
É importante ressaltar, que não se trata mais de eliminar obstáculos e sim de garantir acesso. Atualmente usa-se simultaneamente acessibilidade ao termo desenho universal.
O conceito do Desenho Universal se desenvolveu entre os profissionais da área de arquitetura dos EUA, com objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes para serem usado por todos, na sua máxima extensão possível.
A meta é que qualquer ambiente ou produto poderá ser alcançado, manipulado e usado, independentemente do tamanho do corpo do indivíduo, sua postura ou mobilidade. Não é uma tecnologia direcionada apenas aos que dele necessitam, é desenhado para todas as pessoas, assegurando que todos possam utilizar com segurança e autonomia os diversos espaços construídos e objetos.
Entretanto, para cumprir o desenho universal, foi necessária a criação de Leis e Normas. Para, assim, facilitar a vida de todo o cidadão, levando a sociedade por um caminho mais justo e humano, para que possamos viver com mais dignidade e respeito.
QUESTÃO: Será que somente a mudança na estrutura dos espaços públicos é suficiente para que as pessoas respeitem e aceitem as diferenças?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
É assistida pelo decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Além disso, ela possui recursos e serviços que contribuem para proporcionar uma vida mais independente e inclusiva.
Recursos é todo e qualquer item, equipamento, produtos, sistema e serviços, que são os auxiliares, ou seja, que atuam diretamente com a pessoa com deficiência.
A tecnologia assistiva é classificada por categorias:
- Auxílio para a vida diária e vida prática: ex: talheres especializados e materiais manuais e educativos.
-Comunicação aumentativa e alternativa: ex: pranchas construídas com sistema de símbolos.
- Recursos de acessibilidade ao computador: ex: teclados expandidos ou reduzidos.
- Sistema de controle de ambiente: ex: o uso do controle remoto, controla os ambientes da casa.
- Projetos arquitetônicos para acessibilidade: ex: mudanças arquitetônicas, de acordo com a deficiência.
- Órteses e próteses: ex: servem de auxílio á mobilidade.
- Adequação postural: ex: poltrona postural.
- Auxílios de mobilidade: ex: cadeiras de rodas, andadores.
- Auxílio para cegos ou para pessoas com baixa visão: ex: ampliadores de tela, relógios em braille, leitores de texto.
- Auxílio para surdos ou deficientes auditivos: ex: próteses auditivas.
- Adaptações em veículos: ex: elevadores para cadeira de rodas.
A tecnologia assistiva é entendida sob o aspecto interdisciplinar, ou seja, assistida por profissionais de diversas áreas e o apoio inconstitucional da família.
A feira Reach- realizada em São Paulo, é encontrado, tudo o que é oferecido de tecnologias assistivas no Brasil.
Pergunta:
Em nosso meio acadêmico, vagas foram ocupadas para deficientes, porém como vemos diariamente, os recursos são mínimos para melhor atendê-los.
Segundo a sua opinião, como você analisa o tripé “sala de aula, aluno, recursos”, estamos aptos a responder positivamente a esse “tripé”, ou estamos longe da excelência nessas aprendizagens?
Recursos é todo e qualquer item, equipamento, produtos, sistema e serviços, que são os auxiliares, ou seja, que atuam diretamente com a pessoa com deficiência.
A tecnologia assistiva é classificada por categorias:
- Auxílio para a vida diária e vida prática: ex: talheres especializados e materiais manuais e educativos.
-Comunicação aumentativa e alternativa: ex: pranchas construídas com sistema de símbolos.
- Recursos de acessibilidade ao computador: ex: teclados expandidos ou reduzidos.
- Sistema de controle de ambiente: ex: o uso do controle remoto, controla os ambientes da casa.
- Projetos arquitetônicos para acessibilidade: ex: mudanças arquitetônicas, de acordo com a deficiência.
- Órteses e próteses: ex: servem de auxílio á mobilidade.
- Adequação postural: ex: poltrona postural.
- Auxílios de mobilidade: ex: cadeiras de rodas, andadores.
- Auxílio para cegos ou para pessoas com baixa visão: ex: ampliadores de tela, relógios em braille, leitores de texto.
- Auxílio para surdos ou deficientes auditivos: ex: próteses auditivas.
- Adaptações em veículos: ex: elevadores para cadeira de rodas.
A tecnologia assistiva é entendida sob o aspecto interdisciplinar, ou seja, assistida por profissionais de diversas áreas e o apoio inconstitucional da família.
A feira Reach- realizada em São Paulo, é encontrado, tudo o que é oferecido de tecnologias assistivas no Brasil.
Pergunta:
Em nosso meio acadêmico, vagas foram ocupadas para deficientes, porém como vemos diariamente, os recursos são mínimos para melhor atendê-los.
Segundo a sua opinião, como você analisa o tripé “sala de aula, aluno, recursos”, estamos aptos a responder positivamente a esse “tripé”, ou estamos longe da excelência nessas aprendizagens?
APRESENTAÇÃO SOBRE DEFICIÊNCIA VISUAL
O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ou cirúrgico e uso de óculos convencionais.
A deficiência de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou visão residual), é a alteração da capacidade funcional da visão, tais como: baixa acuidade visual significativa, redução importante do campo visual, alterações corticais e/ou de sensibilidade aos contrastes, que interferem ou limitam o desempenho visual do indivíduo.
A perda da função visual pode se dar em nível severo, moderado ou leve, podendo ser influenciada também por fatores ambientais inadequados.
A cegueira é a perda total da visão, até a ausência de projeção de luz.
As principais alterações visuais na infância são: hipermetropia, miopia, astigmatismo, ambliopia e estrabismo. Embora essas alterações não constituam deficiências visuais, são problemas visuais que devem ser detectados e tratados precocemente, para que a criança atinja um desenvolvimento das funções visuais dentro dos padrões normais.
Os indivíduos com deficiência visual não são muito diferentes das outras pessoas, tem as mesmas necessidades afetivas, físicas intelectuais, sociais e culturais. As crianças têm as necessidades básicas das outras crianças; atenção, cuidado, relação e interação positiva, afeto e segurança. Em decorrente da deficiência sensorial, apresentam necessidades especificas, caminhos e formas peculiares de aprender e assimilar o real. Necessitam de mais tempo para vivenciar e organizar suas experiências, aprender e construir conhecimentos.
A criança cega utiliza em sua alfabetização e aprendizado o sistema Braille para ler e escrever e o Sorobã para fazer cálculos. Sistemas esses que devem ser prioridades no contexto escolar.
O professor alfabetizador deve levar a criança a experimentar várias situações de aprendizagem, a fim de que ela possa aprender a explorar, a manipular, a perceber, a reconhecer e finalmente a conhecer o universo ao qual pertence, fazendo com que ela também se descubra e se identifique como individuo inteiro e capaz.
PROBLEMATIZAÇÃO
No seu ponto de vista, a respeito da formação do curso de Pedagogia da UFSM, os futuros educadores estam aptos a receber em sua classe um aluno com Deficiência Visual? Justifique.
A deficiência de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou visão residual), é a alteração da capacidade funcional da visão, tais como: baixa acuidade visual significativa, redução importante do campo visual, alterações corticais e/ou de sensibilidade aos contrastes, que interferem ou limitam o desempenho visual do indivíduo.
A perda da função visual pode se dar em nível severo, moderado ou leve, podendo ser influenciada também por fatores ambientais inadequados.
A cegueira é a perda total da visão, até a ausência de projeção de luz.
As principais alterações visuais na infância são: hipermetropia, miopia, astigmatismo, ambliopia e estrabismo. Embora essas alterações não constituam deficiências visuais, são problemas visuais que devem ser detectados e tratados precocemente, para que a criança atinja um desenvolvimento das funções visuais dentro dos padrões normais.
Os indivíduos com deficiência visual não são muito diferentes das outras pessoas, tem as mesmas necessidades afetivas, físicas intelectuais, sociais e culturais. As crianças têm as necessidades básicas das outras crianças; atenção, cuidado, relação e interação positiva, afeto e segurança. Em decorrente da deficiência sensorial, apresentam necessidades especificas, caminhos e formas peculiares de aprender e assimilar o real. Necessitam de mais tempo para vivenciar e organizar suas experiências, aprender e construir conhecimentos.
A criança cega utiliza em sua alfabetização e aprendizado o sistema Braille para ler e escrever e o Sorobã para fazer cálculos. Sistemas esses que devem ser prioridades no contexto escolar.
O professor alfabetizador deve levar a criança a experimentar várias situações de aprendizagem, a fim de que ela possa aprender a explorar, a manipular, a perceber, a reconhecer e finalmente a conhecer o universo ao qual pertence, fazendo com que ela também se descubra e se identifique como individuo inteiro e capaz.
PROBLEMATIZAÇÃO
No seu ponto de vista, a respeito da formação do curso de Pedagogia da UFSM, os futuros educadores estam aptos a receber em sua classe um aluno com Deficiência Visual? Justifique.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
APRESENTAÇÃO SOBRE DEF. MENTAL
Cabe a nós, futuros pedagogos, mostrar meios para favorecer os alunos a se identificar como integrantes de um grupo, reconhecendo e entendendo as diversidades existentes dentro de uma sala de aula. Nesse trabalho mostraremos aspectos gerais da deficiência mental como as causas que podem ser tanto pré-natais, peri-natais e pós-natais. Falamos um pouco sobre o diagnóstico e algumas doenças como as síndromes de down, Rett, Prader-Willi e West.
Para analisar uma visão fora de diagnósticos clínicos pesquisamos ideias com duas visões que realmente fazem diferença para um desenvolvimento superior se for desenvolvido desde o nascimento. O ponto de vista da psicanálise retrata como a presença e relação da mãe é importante para o bebê, pois é assim que consegue estruturar-se como pessoa. O ponto de vista de Piaget diz que é necessário que o bebê receba estimulações (como visual, auditiva e tátil), que tenha variedades de objetos para manipular, e possibilidades para se movimentar, pois assim apresentara um desenvolvimento superior que uma criança sem estimulo.
Nos aspectos pedagógicos, vimos que o objetivo do Pedagogo deve ser de levar para escolas práticas diversificadas para estimular todos os alunos, reconhecendo suas individualidades e estimulando valores para desenvolver suas características específicas, visando a aprendizagem.
O papel do professor consiste em três etapas para potencializar melhor o desenvolvimento do deficiente mental, a Educação em casa, a educação no jardim de infância e a educação no 1º Ciclo do ensino básico. Essas etapas devem ser práticas pedagógicas com intenção de incentivar a estimulação e motivação para aprendizagem e para as relações interpessoais. Essas atividades têm por objetivo desenvolver as capacidades necessárias para o desenvolvimento humano integrado e autônomo, isto é, como membros de uma sociedade.
Portanto temos que entender que o processo educativo é também um processo social onde todas as crianças têm o direito a escolarização o mais próximo possível do normal. Elaborando currículos diversificados para atender todo e qualquer aluno.
QUESTIONAMENTO:
As práticas educativas nas escolas, para pessoas com deficiência mental, estão acontecendo como preconizam as leis das políticas públicas?
Para analisar uma visão fora de diagnósticos clínicos pesquisamos ideias com duas visões que realmente fazem diferença para um desenvolvimento superior se for desenvolvido desde o nascimento. O ponto de vista da psicanálise retrata como a presença e relação da mãe é importante para o bebê, pois é assim que consegue estruturar-se como pessoa. O ponto de vista de Piaget diz que é necessário que o bebê receba estimulações (como visual, auditiva e tátil), que tenha variedades de objetos para manipular, e possibilidades para se movimentar, pois assim apresentara um desenvolvimento superior que uma criança sem estimulo.
Nos aspectos pedagógicos, vimos que o objetivo do Pedagogo deve ser de levar para escolas práticas diversificadas para estimular todos os alunos, reconhecendo suas individualidades e estimulando valores para desenvolver suas características específicas, visando a aprendizagem.
O papel do professor consiste em três etapas para potencializar melhor o desenvolvimento do deficiente mental, a Educação em casa, a educação no jardim de infância e a educação no 1º Ciclo do ensino básico. Essas etapas devem ser práticas pedagógicas com intenção de incentivar a estimulação e motivação para aprendizagem e para as relações interpessoais. Essas atividades têm por objetivo desenvolver as capacidades necessárias para o desenvolvimento humano integrado e autônomo, isto é, como membros de uma sociedade.
Portanto temos que entender que o processo educativo é também um processo social onde todas as crianças têm o direito a escolarização o mais próximo possível do normal. Elaborando currículos diversificados para atender todo e qualquer aluno.
QUESTIONAMENTO:
As práticas educativas nas escolas, para pessoas com deficiência mental, estão acontecendo como preconizam as leis das políticas públicas?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
APRESENTAÇÃO SOBRE DEF. FÍSICA
QUESTIONAMENTO:
Os professores estão preparados para recepcionar alunos com deficiência física e ensinar aos demais que a deficiência não os impede de terem os mesmos resultados escolares?
Os professores estão preparados para recepcionar alunos com deficiência física e ensinar aos demais que a deficiência não os impede de terem os mesmos resultados escolares?
APRESENTAÇÃO SOBRE SURDEZ
CONCEITO: Cotidianamente determinamos a surdez como a perda da capacidade de ouvir, a perda do som em seu aspecto natural, incapacidade de compreender a fala humana.
Causas: Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas, prolongadas, doenças e a exposição freqüente a barulho muito alto também podem causar a perda auditiva.
Doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, que podem ter como consequencia a surdez :
• Rubéola.
• Sífilis.
• Toxoplasmose.
• Herpes.
• Intoxicações intra-uterinas.
• Agentes Físicos (como, por exemplo, o raio-X).
• Alterações Endócrinas (Diabetes ou Tiróide).
• Carências Alimentares.
BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DOS SURDOS NO BRASIL
Ä Introduzida pelo Francês Edward Huet (1857) que traz a língua de sinais e o alfabeto manual para o Brasil.
Ä Congresso Internacional de Educadores de Surdos em Milão, 1880, proíbe o uso da Língua de Sinais pelos professores ouvintes, os professores surdos foram excluídos da votação.
Ä A partir dos anos 60 inicia uma nova fase na Educação de Surdos, resgate da Língua de Sinais e Cultura surda!
LIBRAS
A língua de sinais brasileira – Libras, embora reconhecida em território nacional, desde abril de 2002, segue desconhecida pela imensa maioria da população. É uma língua completa, organizada, com estrutura própria, não é apenas mímica, nem apenas gestos. É produzida pelo corpo, especialmente as mãos.
TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
As tendências de educação escolar para alunos com surdez estão centradas ora na inserção desses alunos na escola comum/ e ou classes especiais, ora na escola para surdos. Existindo três tendências educacionais de maior destaque:
-> Oralista: a qual capacita a pessoa com surdez para utilizar a língua da comunidade ouvintes, na modalidade oral, como única possibilidade lingüística (uso da voz e da leitura labial), tanto na vida escolar como social;
-> Comunicação Total: faz uso de diversificados recursos para efetivar a comunicação, embora não dê a devida importância à língua dos sinais;
-> Bilingüismos: visa capacitar a pessoa para utilizar as duas línguas (sinais e oral), no cotidiano escolar e social;
QUESTIONAMENTO DO TRABALHO:
QUANTO TEMPO MAIS SERÁ PRECISO PARA QUE A LIBRAS SEJA DIFUNDIDA E O QUE FALTA PARA QUE SEJA MAIS PROPAGADA?
Causas: Infecções nos ouvidos, especialmente as repetidas, prolongadas, doenças e a exposição freqüente a barulho muito alto também podem causar a perda auditiva.
Doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, que podem ter como consequencia a surdez :
• Rubéola.
• Sífilis.
• Toxoplasmose.
• Herpes.
• Intoxicações intra-uterinas.
• Agentes Físicos (como, por exemplo, o raio-X).
• Alterações Endócrinas (Diabetes ou Tiróide).
• Carências Alimentares.
BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DOS SURDOS NO BRASIL
Ä Introduzida pelo Francês Edward Huet (1857) que traz a língua de sinais e o alfabeto manual para o Brasil.
Ä Congresso Internacional de Educadores de Surdos em Milão, 1880, proíbe o uso da Língua de Sinais pelos professores ouvintes, os professores surdos foram excluídos da votação.
Ä A partir dos anos 60 inicia uma nova fase na Educação de Surdos, resgate da Língua de Sinais e Cultura surda!
LIBRAS
A língua de sinais brasileira – Libras, embora reconhecida em território nacional, desde abril de 2002, segue desconhecida pela imensa maioria da população. É uma língua completa, organizada, com estrutura própria, não é apenas mímica, nem apenas gestos. É produzida pelo corpo, especialmente as mãos.
TENDÊNCIAS EDUCACIONAIS
As tendências de educação escolar para alunos com surdez estão centradas ora na inserção desses alunos na escola comum/ e ou classes especiais, ora na escola para surdos. Existindo três tendências educacionais de maior destaque:
-> Oralista: a qual capacita a pessoa com surdez para utilizar a língua da comunidade ouvintes, na modalidade oral, como única possibilidade lingüística (uso da voz e da leitura labial), tanto na vida escolar como social;
-> Comunicação Total: faz uso de diversificados recursos para efetivar a comunicação, embora não dê a devida importância à língua dos sinais;
-> Bilingüismos: visa capacitar a pessoa para utilizar as duas línguas (sinais e oral), no cotidiano escolar e social;
QUESTIONAMENTO DO TRABALHO:
QUANTO TEMPO MAIS SERÁ PRECISO PARA QUE A LIBRAS SEJA DIFUNDIDA E O QUE FALTA PARA QUE SEJA MAIS PROPAGADA?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Leis e Documentos da Educação Especial
A Educação Especial no contexto mundial esta assegurada por Leis e Documentos que dão os mesmos direitos aos Portadores de Necessidades Educacionais Especiais, para que elas possam desenvolver suas habilidades em todos os tipos de atividades.
É de grande importância à contextualização dos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais, com isto observa-se melhor onde estão amparados e inseridos, pois o objetivo destas Leis, é visar à integração social e principalmente englobar estas crianças em escolas regulares.
Portanto estas Leis sancionam e garantem o direito à igualdade, promovendo o fim da discriminação, resultando a integração total entre pessoas portadoras de deficiência á sociedade, pois “Todos os seres Humanos nascem livres e iguais, em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir um para com os outros em espírito de fraternidade”. (Artigo 1º - Declaração Universal dos direitos Humanos).
Pergunta Problemática:
Até que ponto você acha que estas Leis e Documentos estão sendo cumpridos? Será que a teoria e a prática estão caminhando juntas?
É de grande importância à contextualização dos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais, com isto observa-se melhor onde estão amparados e inseridos, pois o objetivo destas Leis, é visar à integração social e principalmente englobar estas crianças em escolas regulares.
Portanto estas Leis sancionam e garantem o direito à igualdade, promovendo o fim da discriminação, resultando a integração total entre pessoas portadoras de deficiência á sociedade, pois “Todos os seres Humanos nascem livres e iguais, em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir um para com os outros em espírito de fraternidade”. (Artigo 1º - Declaração Universal dos direitos Humanos).
Pergunta Problemática:
Até que ponto você acha que estas Leis e Documentos estão sendo cumpridos? Será que a teoria e a prática estão caminhando juntas?
segunda-feira, 27 de abril de 2009
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
O modo de percebermos a nós mesmos como humanos, em nossas especificidades, diversidades e igualdade decorre dos contextos sociais e culturais nos quais estamos inseridos, ou seja, depende do espaço/tempo em que vivemos. Da mesma forma, as concepções sobre as pessoas com deficiência (e aqui podemos pensar na própria denominação) e a relação que se estabelece com elas é fruto das estruturas sócio-culturais. Assim, ao longo da história da humanidade podemos perceber diferentes modos de conceber e estabelecer relações com os sujeitos deficientes. Como citamos a seguir:
Mundo primitivo – deficientes vistos como sujeitos incapacitados, apesar de estarem associados a forças misteriosas, que precisavam ser eliminados e exterminados devido ao tipo de organização social (comunitária).
Antiguidade – relação dual entre o abandono, eliminação ou sacrifício e a veneração, através de uma explicação mitológica. Também dual era o tratamento de deficientes de famílias pobres (segregação) ou de famílias com acesso ao poder (escondidas).
Idade Média – o deficiente é visto dotado de alma, é uma criatura de Deus, devido a doutrina e aos dogmas cristãos, assim, passa a ser percebido como alguém a quem se deve ter compaixão, tolerância e caridade, apesar de também servir como objeto de diversão.
Idade Moderna – com o advento da ciência e primazia do conhecimento racional, o deficiente passa a ser visto como objeto de estudo, entretanto, a segregação passa a ser realizada nos hospitais, hospícios, asilos.
A partir do desenvolvimento da ciência várias teorias surgiram para explicar o homem e a sociedade que influenciaram as concepções sobre o deficiente, como: o darwinismo, o liberalismo, o marxismo. Assim, podemos perceber três paradigmas orientadores da Educação Especial ao longo da história e no Brasil, a saber: o paradigma segregacionista (exclusão); o paradigma integracionista (integração); e, o paradigma da inclusão (sociedade e Educação para Todos).
PROBLEMATIZAÇÃO
A partir do estudo da História da Educação Especial; da Constituição Federal de 1988 – CF/88, cujo Artigo 208 expressa que o dever do Estado referente a educação só será efetivada mediante a garantia, dentre outros critérios, do “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino” (inciso III) (COSTA, 2002, p.99).
Assim como, da Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional - LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que também confirma as diretrizes educacionais instituídas pela CF/88.
Art. 58º. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.
§ 1º. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
§ 2º. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. (LDB/96. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf)
Como você percebe o Manifesto da Comunidade Surda de Santa Maria e região e da Escola Estadual de Educação Especial Dr. Reinaldo Fernando Cóser (escola para surdos), veiculado em 2007, referente à versão preliminar da política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva, que expõe os motivos pela não inclusão, partindo do princípio que a língua materna para os surdos é a língua de sinais (LIBRAS), sendo o português entendido como segunda língua.
Mundo primitivo – deficientes vistos como sujeitos incapacitados, apesar de estarem associados a forças misteriosas, que precisavam ser eliminados e exterminados devido ao tipo de organização social (comunitária).
Antiguidade – relação dual entre o abandono, eliminação ou sacrifício e a veneração, através de uma explicação mitológica. Também dual era o tratamento de deficientes de famílias pobres (segregação) ou de famílias com acesso ao poder (escondidas).
Idade Média – o deficiente é visto dotado de alma, é uma criatura de Deus, devido a doutrina e aos dogmas cristãos, assim, passa a ser percebido como alguém a quem se deve ter compaixão, tolerância e caridade, apesar de também servir como objeto de diversão.
Idade Moderna – com o advento da ciência e primazia do conhecimento racional, o deficiente passa a ser visto como objeto de estudo, entretanto, a segregação passa a ser realizada nos hospitais, hospícios, asilos.
A partir do desenvolvimento da ciência várias teorias surgiram para explicar o homem e a sociedade que influenciaram as concepções sobre o deficiente, como: o darwinismo, o liberalismo, o marxismo. Assim, podemos perceber três paradigmas orientadores da Educação Especial ao longo da história e no Brasil, a saber: o paradigma segregacionista (exclusão); o paradigma integracionista (integração); e, o paradigma da inclusão (sociedade e Educação para Todos).
PROBLEMATIZAÇÃO
A partir do estudo da História da Educação Especial; da Constituição Federal de 1988 – CF/88, cujo Artigo 208 expressa que o dever do Estado referente a educação só será efetivada mediante a garantia, dentre outros critérios, do “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino” (inciso III) (COSTA, 2002, p.99).
Assim como, da Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional - LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que também confirma as diretrizes educacionais instituídas pela CF/88.
Art. 58º. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.
§ 1º. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
§ 2º. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. (LDB/96. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf)
Como você percebe o Manifesto da Comunidade Surda de Santa Maria e região e da Escola Estadual de Educação Especial Dr. Reinaldo Fernando Cóser (escola para surdos), veiculado em 2007, referente à versão preliminar da política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva, que expõe os motivos pela não inclusão, partindo do princípio que a língua materna para os surdos é a língua de sinais (LIBRAS), sendo o português entendido como segunda língua.
sexta-feira, 27 de março de 2009
CRONOGRAMA
PROGRAMA DAS ATIVIDADES DOCENTES DA DISCIPLINA DE
FUNDAMENTOS: EDUCAÇÃO ESPECIAL
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA PAVÃO SILUK
FUNDAMENTOS: EDUCAÇÃO ESPECIAL
PROFESSORA: ANA CLÁUDIA PAVÃO SILUK
10/03- Apresentação da dinâmica da disciplina, Programa, Metodologia, Processo avaliativo.
17/03- Aula não presencial, disponível para participação na Semana da Calourada
24/03- Elaboração e orientação dos trabalhos
31/03- Aula não presencial, disponível para elaboração do trabalho
07/04- APRESNTAÇÃO SOBRE: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
14/04- LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS DE CUNHO MUNDIAL
21/04- FERIADO
28/04- SURDEZ
05/05- DEF. MENTAL
12/05- DEF. FÍSICA
19/05- DEF. VISUAL
26/05- ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
02/06- TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
09/06- ACESSIBILIDADE E DESENHO UNIVERSAL
16/06- INCLUSÃO ESCOLAR
23/06- FORMAÇÃO DE PROFESSORES
30/06- SEMINÁRIO FINAL
07/07
-AVALIAÇÃO
-Sistematização dos conceitos estudados
.
ORIENTAÇÕES DA DISCIPLINA
A- Apresentação de Trabalhos:
1- O grupo que apresenta a temática, deverá entregar à professora:
- Um resumo do trabalho em uma lauda
- Trabalho impresso contendo de 5 a 8 páginas (Introdução, desenvolvimento, conclusão e referencias)
- Um questionamento para ser postado no Blog, em que os demais colegas irão interagir.
B- Apoio para a realização das atividades
1- Textos de apoio, disponível no xérox
2- Plantão de Monitoria:Local: Sala 3242B no Centro de Educação.Monitora: LizianeE-mail: liza.educacaoespecial@yahoo.com.br
C- Critérios de Avaliação
Desenvoltura na apresentação
Criatividade
Organização da temática
3- Resumo
Capacidade de síntese
Ortografia e textualidade
Pontualidade de entrega
4- Participação no Blog
Argumentação teórica, relevância
Avaliação crítica
Criatividade
Relato de experiência
Ortografia e textualidade
1- O grupo que apresenta a temática, deverá entregar à professora:
- Um resumo do trabalho em uma lauda
- Trabalho impresso contendo de 5 a 8 páginas (Introdução, desenvolvimento, conclusão e referencias)
- Um questionamento para ser postado no Blog, em que os demais colegas irão interagir.
B- Apoio para a realização das atividades
1- Textos de apoio, disponível no xérox
2- Plantão de Monitoria:Local: Sala 3242B no Centro de Educação.Monitora: LizianeE-mail: liza.educacaoespecial@yahoo.com.br
C- Critérios de Avaliação
1- Trabalho escrito
Coerência da temática com a teoria utilizada
Estrutura do trabalho
Ortografia e textualidade Pontualidade de entrega
Desenvoltura na apresentação
Criatividade
Organização da temática
3- Resumo
Capacidade de síntese
Ortografia e textualidade
Pontualidade de entrega
4- Participação no Blog
Argumentação teórica, relevância
Avaliação crítica
Criatividade
Relato de experiência
Ortografia e textualidade
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