O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ou cirúrgico e uso de óculos convencionais.
A deficiência de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou visão residual), é a alteração da capacidade funcional da visão, tais como: baixa acuidade visual significativa, redução importante do campo visual, alterações corticais e/ou de sensibilidade aos contrastes, que interferem ou limitam o desempenho visual do indivíduo.
A perda da função visual pode se dar em nível severo, moderado ou leve, podendo ser influenciada também por fatores ambientais inadequados.
A cegueira é a perda total da visão, até a ausência de projeção de luz.
As principais alterações visuais na infância são: hipermetropia, miopia, astigmatismo, ambliopia e estrabismo. Embora essas alterações não constituam deficiências visuais, são problemas visuais que devem ser detectados e tratados precocemente, para que a criança atinja um desenvolvimento das funções visuais dentro dos padrões normais.
Os indivíduos com deficiência visual não são muito diferentes das outras pessoas, tem as mesmas necessidades afetivas, físicas intelectuais, sociais e culturais. As crianças têm as necessidades básicas das outras crianças; atenção, cuidado, relação e interação positiva, afeto e segurança. Em decorrente da deficiência sensorial, apresentam necessidades especificas, caminhos e formas peculiares de aprender e assimilar o real. Necessitam de mais tempo para vivenciar e organizar suas experiências, aprender e construir conhecimentos.
A criança cega utiliza em sua alfabetização e aprendizado o sistema Braille para ler e escrever e o Sorobã para fazer cálculos. Sistemas esses que devem ser prioridades no contexto escolar.
O professor alfabetizador deve levar a criança a experimentar várias situações de aprendizagem, a fim de que ela possa aprender a explorar, a manipular, a perceber, a reconhecer e finalmente a conhecer o universo ao qual pertence, fazendo com que ela também se descubra e se identifique como individuo inteiro e capaz.
PROBLEMATIZAÇÃO
No seu ponto de vista, a respeito da formação do curso de Pedagogia da UFSM, os futuros educadores estam aptos a receber em sua classe um aluno com Deficiência Visual? Justifique.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
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"Não. O curso de Pedagogia não prepara e nem oferece condiçoes para atendermos um deficiente visual em nossa sala. Portanto sabemos que ao conluirmos a nossa graduação devemos procurar nos adequar aos processos de inclusão, para darmos aos nossos alunos uma educação de qualidade."
ResponderExcluirSinceramente não! Embora saíbamos que nossa formação como pedagogos é contínua, isto tem me preocupado muito. Somos nós que teremos os alunos inclusos diariamente em nossa sala de aula, porque não recebemos mais formação durante nossa graduação, como tem o curso de educação especial. Deveriamos ter mais cadeiras que contemplassem nossas preocupações. Na teoria é muito fácil, mas quero ver na prática como será.
ResponderExcluirNós, como futuros educadores, não estamos sendo preparados para enfrentar a realidade de uma sala de aula inclusiva, recebendo e trabalhando adequadamente com alunos portadores de deficiências. A oferta de uma única disciplina de Educação Especial no Curso de Pedagogia, assim como nas licenciaturas, é insuficiente e preocupante. Trata-se de um grande desafio a enfrentarmos e uma idéia a defendermos: lutar pela formação adequada de professores para a inclusão escolar.
ResponderExcluirAcredito que não pois não temos as informações e não estamos sendo preparados adequadamente para lidarmos com esta situação. Temos uma disciplina apenas no curso e isso nos impossibilita de nos tornarmos profissionais bem qualificados mas é claro que, isso caberá a nós, na nossa atuação como professores, procurarmos então, meios para conseguirmos desempenhar um igual papel para com todos. É lastimável que ainda não estamos tendo uma formação mais aprofundada nesta questão da inclusão e é por isso que devemos lutar para que esta realidade mude,e assim, professores mais bem preparados possam atuar.
ResponderExcluirAcredito que não, porém também compreendo que pelo tempo destinado a nossa graduação, torna-se quase impossível se tratar de tantas especificidades. A formação é contínua, e o entendimento de que na profissão de educador é preciso um sempre um "ar" investigativo, e não acomodado ante a relidade é imprensindível. Não acredito que uma disciplina seja suficiente, mas de certa forma, podemos nos sentir privilegiadas por te-la, afinal, quantas professores que estão nas escola se quer ouviram falar na possibilidade de alguém com deficiencia visual aprender a ler e escrever?
ResponderExcluirCom certeza não. A educação especial nos serve como base e não como uma formação, vamos precisar de ajuda com um aluno seja qual for a sua deficiência. Acredito que vá nos faltar bastante essa preparação para receber um aluno com deficiência, pois vamos nos deparar com esses alunos e não sentir a segurança necessária para trabalhar com eles. Deveríamos ser melhor preparados durante o curso, senão, ter um educador especial junto em sala de aula.
ResponderExcluirUm aluno com deficiência,seja ela qual for será um desafio para os professores. Porém,eu acredito que vai do interesse do próprio professor buscar recursos para serem utilizados com esses alunos,pois na faculdade recebemos apenas uma breve noção do que é deficiência visual.
ResponderExcluirAcredito que o curso de pedagogia deixa adesejar nessa questão!poderia dar um ensino bem melhor para as futuras pedagogas. Temos apenas uma disciplina então vai caber a nós irmos atrás de um maior conhecimento para que possamos saber lidar com os deficientes!!
ResponderExcluirInfelizmente não, apesar destarmos caminhando para uma melhora,no que diz respeito á inclusão,faltam preparo,técnicas e disciplinas que aboradassem esse tema com mais frequência, porque a realidade em sala de aula, vai nos cobrar esse desafio.
ResponderExcluirAcredito que não.A oferta de uma única disciplina de Educação Especial no curso de pedagogia não é satisfatória para receber em sala de aula um aluno com deficiência visual ou alguma outra deficiência.
ResponderExcluirA educação especial nos serve como apoio para enfrentarmos as necessidades por parte do educador,de buscar conhecimentos específicos e recursos que auxiliam nossa prática.
Não há como generalizar. Acredito que alguns futuros educadores já têm a consciência de que precisa se preparar para encontrar todos os tipos de crianças. Mesmo que seja apenas uma disciplina de educação especial, já dá pra ter uma consciência dessa necessidade de procurar por informações, atualizações. E quando o educador se deparar com uma deficiência na escola, seja ela qual for, cabe a ele escolher se vai simplesmente culpar a sua formação por não ter lhe proporcionado informações suficientes ou se vai procurar se informar e pesquisar, e aproveitar a oportunidade de adquirir na prática uma junção de conhecimento com experiência.
ResponderExcluirE digamos que a criança com a deficiência visual tenha tido uma boa educação básica, quando ela chegar na 5ª série, ela terá diversos professores, um para cada matéria: Matemática, Português, Ciências, Inglês, História, Geografia, Eucação Física etc... É isso que mais me preocupa. Pois esses professores nem mesmo têm educação especial na graduação, e nem cogitam essa possibilidade.
Mas enfim, apenas UMA disciplina de educação especial não é suficiente para que o professor se sinta preparado para receber um aluno com deficiência visual. Mas enquanto no cusro de pedagogia ainda não exista uma matéria específica para esta deficiência, vai depender do nível de esforço de cada futuro educador pesquisar e se informar a respeito.
Depende de cada uma de nós querer também saber mais, se especializar em algum tipo de deficiência para poder ajudar a esses alunos, mas o nosso curso de pedagogia não oferece mais recursos para que no futuro nós pensarmoscomo estamos pensando hoje.Claro que se nós quisermos vamos seguir e vencer a esses obstáculos, mas também precisamos muito da ajuda de profissionais da área de educação especial, pois também vamos ter outros alunos em sala de aula e um aluno com deficiência visual precisa de materiais especializados e um profissional que esteja sempre por perto para quando ele necessitar de ajuda. Mas acredito que se a escola propor recursos para estes alunos os professores conseguirão trabalhar com eles, mas claro va depender de cada uma de nós.
ResponderExcluirDepende de cada um,de querer aprender mais sobre o assunto.De se especializar,da escola propondo recursos para que isso ocorra.
ResponderExcluirSabemos que os obstáulos são muitos mas se acreditarmos tudo é possivel.
Acho que não, pois as escolas dão dão muito valor para esse tipo de deficiência,isso porque é raro existir alunos completramente cegos em uma instituiçao de ensino, depende também do grau da deficiência,talvez não seja bem vindo um aluno completamente cego, mas para tudo se tem um jeito.
ResponderExcluirAcredito que não saimos aptos a receber um aluno cm deficienia visual em nossa sala de aula, mas como faz parte da inclusão e nós como educadores não devemos ter preconceito em aprender, cabe a cada um d nós ir em busca de adquirir mais imformações para poder alfabetizar essa criança; e ajudar seu desenvolvimento em sala de aula.
ResponderExcluirAcho que não,o que nos é passado no curso é muito pouco.Cada um vai ter que correr atrás de novos conhecimentos para ir se adaptando ao novo cenário que com certeza fará parte do nosso cotidiano como futuras educadoras.
ResponderExcluirAcredito que uma base teórica o curso nos oferece, e cabe a cada um aprofundar seus conhecimentos, ultrapassar as barreiras do preconceito e jamais desistir frente aos desafios encontrados em nossa caminhada como educadores.
ResponderExcluirAcredito que os futuros educadores têm a consciência de que devem aceitar qualquer aluno com deficiência. Porém não estamos é seguros quanto a isso, pois falta ainda um preparo mais aprofundado sobre o tema.
ResponderExcluirNão, pois no curso de pedagogia, na disciplina sobre educação especial a gente só aprende o básico, seria necessário ter um aprofundamento sobre o assunto, saber como lidar quando se deparar com um aluno com deficiência. Também é muito importante o interesse de cada um de nós, em correr atrás e adquirir mais conhecimento sobre o assunto.
ResponderExcluirAcredito que não estamos preparados para receber os alunos com deficiência visual, nem outras deficiências.Pois o nosso curso de pedagogia nos dá uma pequena noção, até porque se fosse para gente saber tudo sobre esses assuntos fariamos educação especial. Mas também penso que deveriamos ter alguma disciplina a mais, para ampliarmos nosso conhecimento.
ResponderExcluirNo meu ponto de vista,quando nós escolhemos ser pedagogos já tinhamos em mente que seria uma tarefa dificil.Mas nada impede de cada vez mais nós irmos nos aperfeiçoando,pois é um dos assuntos mais abrangente os de deficiencias.Se a UFSM não nos prepara,não podemos ficar de braços cruzados temos que correr atrás.
ResponderExcluirAcredito que o curso de pedagogia não qualifique o pedagogo para atuar numa classe inclusiva. O fato é que apenas uma disciplina, mostrando as dificuldades, necessidades, maneiras de agir com um deficiente visual não prepara para a prática, que é bem diferente. O educador deve ter em si a vontade de especializar-se para um melhor rendimento em sala de aula, no que diz respeito a ir em busca de materiais apropriados para melhor atender o deficiente visual; o que ainda não está tão disponível como deveria ser.
ResponderExcluirO nosso Curso de Pedagogia tem somente uma discplina de Ed. Especial, deveria ter mais. Temos apenas noções de cada tipo de deficiência... Mas, é na prática que vamos descobrir como lidar... porque não existe "receita pronta". Cada caso é um caso e é diferente...
ResponderExcluirCom certeza não estaríamos aptos a trabalhar com alunos que apresentam problemas visuais. Isto porque faltaria em nosso currículo muita experiência;em relação as deficiências, o curso nos proporciona noções sobre os problemas e meios alternativos que facilitam a maneira de como ministrar as aulas através de métodos, recursos pedagógicos apropriados para cada tipo de necessidades especiais. Isto nos auxilia a conhecer a cada área e modalidade das deficiências, mas não é suficiente porque nós não temos o contato, a experiência e a oportunidade de observarmos de perto como é trabalhar e dar aulas para alunos especiais.
ResponderExcluirPortanto, o que nos falta é momentos que nos concedam oportunidades de relacionar a prática com as teorias estudadas ao longo de nossa trajetória acadêmica.
Acredito que dentro da Universidade, recebemos somente uma base sobre o que é e como devemos lidar com a inclusão. Por isso, cabe a cada um de nós, futuros educadores, se qualificar neste importante ponto que é a sala de aula inclusiva, pois a tendência é que a cada ano que passar mais forte será esta corrente de inclusão social. Assim, devemos estar aptos a receber em sala uma criança com qualquer tipo de deficiência seja ela física, mental, auditiva ou visual.
ResponderExcluirMais uma vez nos deparamos com uma barreira a ser vencida, pois se olharmos de perto, a cadeira de educação especial oferecida pelo curso de pedagogia é essencial, por nos oferecer uma visão geral para nossa formação como professores, já que iremos trabalhar com crianças que demandam uma atenção diferenciada. No entanto, é uma visão pouco abrangente, visto a realidade na qual estaremos inseridos.
ResponderExcluirAcredito que embora faça parte da conduta e seja responsabilidade do bom professor buscar aperfeiçoamento continuo para o melhor desempenho de suas atividades por conta própria, nosso curso poderia organizar a grade curricular de modo que contemplasse essa disciplina com maior espaço em nossa carga horária, assim creio que nos sentiríamos mais seguros para lidar com tal questão.
Aline F. Prates
certamente é mais uma batalha,mas nosso tempo como academicas,pode ser uma esperiencia valida,para um futuro promissor,e acredito que um dia tudo pode mlhorar.
ResponderExcluirOlha, pra ser bem sincera, tem casos e casos. Não se pode generalizar, pois ja existe escolas que são adaptadas para deficientes visiais.Portanto, este caminho a percorrer, será muito longo até atingirmos um nível de adaptação adequada.
ResponderExcluirAcredito que não,pois ainda falta um preparo mais aprofundado sobre o tema.Mas acredito que todos os futuros pedagogos tem consciência de que devem receber qualquer aluno com deficiência.
ResponderExcluirNão, pois o curso de Pedagogia nos mostra algumas informações, mas não é um preparo para uma possível experiência na realidade.
ResponderExcluirObviamente depende do professor e da instituição em que ele leciona. Volto a frizar, como em outra postagem: o professor deve estar ciente de sua inconclusão na formação. Alem de precisarmos do alxilio de uma equipe interdisciplinar, temos como obrigação, correr atras de todas as informações necessárias a nossa prática pedagógica.
ResponderExcluirAinda não sei ao certo o que o curso de pedagogia me proporcionará para que eu possas desempenhar com sucesso a minha profissão.Espero ter uma base forte para poder receber alunos com a deficiência que for.Mas é verídico que não há professores capacitados em receber essas crianças até mesmo os que se formam agora tem medo de ir para uma sala de aula devido a realidade ser bem diferente da teoria.
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