Cabe a nós, futuros pedagogos, mostrar meios para favorecer os alunos a se identificar como integrantes de um grupo, reconhecendo e entendendo as diversidades existentes dentro de uma sala de aula. Nesse trabalho mostraremos aspectos gerais da deficiência mental como as causas que podem ser tanto pré-natais, peri-natais e pós-natais. Falamos um pouco sobre o diagnóstico e algumas doenças como as síndromes de down, Rett, Prader-Willi e West.
Para analisar uma visão fora de diagnósticos clínicos pesquisamos ideias com duas visões que realmente fazem diferença para um desenvolvimento superior se for desenvolvido desde o nascimento. O ponto de vista da psicanálise retrata como a presença e relação da mãe é importante para o bebê, pois é assim que consegue estruturar-se como pessoa. O ponto de vista de Piaget diz que é necessário que o bebê receba estimulações (como visual, auditiva e tátil), que tenha variedades de objetos para manipular, e possibilidades para se movimentar, pois assim apresentara um desenvolvimento superior que uma criança sem estimulo.
Nos aspectos pedagógicos, vimos que o objetivo do Pedagogo deve ser de levar para escolas práticas diversificadas para estimular todos os alunos, reconhecendo suas individualidades e estimulando valores para desenvolver suas características específicas, visando a aprendizagem.
O papel do professor consiste em três etapas para potencializar melhor o desenvolvimento do deficiente mental, a Educação em casa, a educação no jardim de infância e a educação no 1º Ciclo do ensino básico. Essas etapas devem ser práticas pedagógicas com intenção de incentivar a estimulação e motivação para aprendizagem e para as relações interpessoais. Essas atividades têm por objetivo desenvolver as capacidades necessárias para o desenvolvimento humano integrado e autônomo, isto é, como membros de uma sociedade.
Portanto temos que entender que o processo educativo é também um processo social onde todas as crianças têm o direito a escolarização o mais próximo possível do normal. Elaborando currículos diversificados para atender todo e qualquer aluno.
QUESTIONAMENTO:
As práticas educativas nas escolas, para pessoas com deficiência mental, estão acontecendo como preconizam as leis das políticas públicas?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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Acredito que não acontece essa prática, pois as escolas, pelo menos aqui na cidade, não são preparadas, nem preparam seus alunos para receber e lidar com a deficiência mental ou qualquer outra.
ResponderExcluirNão. Os educadores não agem com esforços para estimular as crianças deficientes mentais, pois eles já descartam de cara a possibilidade de que algum dia, independente do estímulo, elas sejam capazes de serem integradas na sociedade de forma a contribuir produtivamente com a mesma.
ResponderExcluir"Cientes" disso, não se sentem motivados a educá-los da maneira como deve ser.
Acredito que tenha professores que estejam fazendo sua prática educativa muito bem e de acordo com a lei. Mas acredito que também tem professores que estão deixando a desejar na sua prática educativa, de acordo com as leis.
ResponderExcluirNão podemos generalizar as práticas educativas que estão acontecendo nas escolas, pois cada escolas, professores e alunos são diferente.Não temos escolas, professores e alunos iguais!
Acredito que não esteja acontecendo essa prática, embora as leis estejam garantindo o acesso nas escolas, é ainda restrito para pessoas com deficiência mental ou qualquer outra deficiência. Mesmo com as políticas de inclusão social, essas pessoas ainda enfrentam barreiras e preconceitos quando buscam vagas nas escolas.
ResponderExcluirNão basta garantir que o aluno frequente a escola, e preciso que ele esteja engajado com a turma que não faça atividades isoladas dos demais, que tenha o apoio necessário para desenvolver a sua autonomia, apesar das limitações.
Todos precisam acordar para o processo de inclusão e isso envolve professores, alunos, funciónarios, pais e a sociedade em geral.
Não, isso porque talvez não exista professores que se aprofundem nesse tipo de deficiência, sendo que são poucos os alunos deficientes mentais, pensando (os professores) que a maioria é "normal" não indo muito a fundo em alunos deficientes. Isso faz com que haja preconceito na escola ao tentar uma vaga em uma instituição de ensino.
ResponderExcluira prática educativa nas escolas na maioria das vezes é precária devido aos professores estarem acomodados,mas não podemos generalizar pois não são todas as instituições que passam por estes problemas e no que se refere a doença mental o problema é maior ainda pois as escolas e os professores não estão àptos para desenvolver uma atividade pedagógica eficiente.Ficando essas crianças especiais aos cuidados da APAE.
ResponderExcluirNa maioria das escolas essa prática não ocorre como está na lei. Ainda há muito preconceito e os professores não estão preparados profissionalmente e emocionalmente para receber estes alunos. Pois não basta somente a inclusão, é preciso estímulo e motivação por parte dos professores, pais, alunos, ou seja, por parte de toda comunidade, para haver progresso nesse tipo de ensino.
ResponderExcluirNa grande maioria das escolas não acontece, pois ainda falta o preparo dos professores e força de vontade de superar os obstáculos e os preconceitos.
ResponderExcluirAcredito que não basta simplismente querer impor leis e práticas educativas,sem antes saber qual é a situação financeira que a escola dispõe para a utilização de recursos,como também a formação necessária de professores.Ainda existe várias barreiras para serem vencidas.
ResponderExcluirNão, as práticas nas escolas estão de maneira lenta, mas talvez com o passar do tempo elas possam ser melhoradas e acontecer assim como nas leis.
ResponderExcluirby: Juliana Soares
Acredito que não pois nem as escolas como os professores estão preparados para receber esta clientela.
ResponderExcluirEu acredito que na maioria das escolas essa prática não ocorre como está na lei, pois falta o preparo dos professores para vencer os preconceitos que ainda ceram as escolas e a sociedade. Claro que não posso generalizar pois tem certas escolas que seguem as práticas educativas e dão o maior apoio. Para esses professores que faltam o preparo, eles deveriam colocar a mão na consciência e acabar com esses preconceitos e incentivar a inclusão para todas as pessoas com necessidades especiais.
ResponderExcluirNa minha concepção tenho a entender que não pois,mesmo nas escolas que conheço, isto não se vê.Muitas escolas ainda não estão preparadas para lidar com este publico embora,isso já deveria estar acontecendo.
ResponderExcluirConcluo dizendo que, as leis estabelecem estas práticas, mas ainda não estão sendo cumpridas, ou melhor dizendo, praticadas, dentro das escolas.
"As escolas regulares aos poucos estão trazendo a inclusao de alunos pra dentro delas, porem existem ainda muitas dificuldades a serem superadas, tanto em espaço físco, salas de recursos, quanto em profissionais especializados para melhor atender as necessidades e as singularidades de cada alunos.
ResponderExcluirPortanto as escolas que oferecem matriculas a estes alunos provavelmente devem estar enquadrados ou entao se enquadrando nas praticas educativas, mesmo sem um profissional especializado para atender."
Acredito que as praticas nas escolas ainda vão levar um tempo para chegar ao um ideal adequado,até por necessitar de um certa quantidade de materiais adequados sendo assim dificultando mais as praticas.
ResponderExcluirInfelizmente não, há um grande déficit de materiais e professores especializados para que possam dar a assistência desejada,faltam muitas coisas infelizmente para poder receber alunos com as mais diversas deficiências
ResponderExcluirLamentavelmente as práticas educacionais muitas vezes não acontecem, devido a pouca formação dos professores e a falta de verbas para investimentos na área da educação.
ResponderExcluirAtualmente as políticas públicas caminha em dieção a inclusão, porém percebemos que na prática isso nm sempre acontece, como já discutido várias vezes. O que me parece, é que ainda existe um grande preconcito em relação a deficiencia mental principalmente, em inúmeros mitos que emergem no âmbito familiar e social, impossibilitando a afetivação do processo de inclusão, para estes sujeitos.
ResponderExcluirEm partes já estão começando a se desenvolver, visto que é um longo caminho a seguir até conseguirmos ter escolas acessiveis e profissionais qualificados nessa área, mas não podemos radicalizar já vem ocorrendo grandes avanços comparado como era antes a vida dos deficientes mentais, onde viviam escondidos dentro de casa pelas suas proprias famílias, hj alguns deles já estão frequentando a escola .
ResponderExcluirAcredito que as práticas com alunos que tenham esta deficiencia não está acontecendo como deveria acontecer. Ainda não tive a oportunidade de observar em uma sala de aula regular, esta inclusão, mas através de uma visita que fiz na APAE de nossa cidade, pude perceber que é possivel um trabalho eficiente com estes alunos, mas frizzo foi em uma APAE minha observação.
ResponderExcluirNão podemos generalizar, mas acredito que a maioria das escolas não estão nem adaptadas. Ainda existe muita falta de preparação de professores, preconceito, etc...Embora esteja no papel é um caminho muito difícil chegar na prática.
ResponderExcluirNas escolas não estão acontecendo nada que esteja na lei sobre deficientes mentais. Acho que como qualquer outra criança precisa de ajuda essas precisam muito mais.Mas na maioria das escolas não tem as possíveis formas de ajudar a essas crianças e como tem princípio da escola também tem pelos professores, que muitos deles não estão preparados para reconhecer essas crianças dentro da sala de aula e assim não se interessam como deviam para que elas sejam incluídas como qualquer outra pessoa em sala de aula.Mas acredito que estamos no caminho certo, ajudando a essas pessoas que precisam de nós, futuras pedagogas.
ResponderExcluirNão pois os educadores em sua maioria já vem com pensamentos de que a criança com deficiencia mental não tem tanta capacidade com as demais,ou seja ja vem rotuladas.
ResponderExcluirEstmos certos de que estas crianças nescessitam de maiores cuidados e atençao,mas nada que o esforço de cada um não de resultados.Èpreciso mais do que apenas pensar,é preciso agir.
Penso,que a maioria das escolas nao estao adaptadas.Ainda existe preconceito e falta de preparacao dos professores.
ResponderExcluirAcredito que a maioria das deficiências mentais(não todas) impedem o aluno de acompanhar uma turma regular no mesmo ritmo; sendo assim as escolas não tem adaptação necessáriapara recebê-los além do que as escolas que recebem deficientes mentais não seguem, na sua maioria, as normas inclusivas, dificultando o acesso de muitas crianças à educação.
ResponderExcluirAcredito que na prática, a inclusão escolar de deficientes mentais não aconteça como preconizam as leis, principalmente pelo preconceito e pelo estigma que lhes é atribuído. Sabemos das dificuldades com relação à esta deficiência, mas é preciso uma maior conscientização por parte dos educadores e também da família, no sentido de promover a socialização destes indivíduos, estimulando-os para a aprendizagem.
ResponderExcluirNa maioria das escolas não, mas é importante ressaltar que existem instituições que se preocupam com a estabilidade e a adaptação do aluno deficiente mental. As práticas educativas ainda não coicidem com as políticas públicas, pelo fato de não se fazerem presentes em sala de aula uma série de acontecimentos, tais como: estimular, reconhecer as individualidades e potencializar os conhecimentos do deficiente mental.
ResponderExcluirAs leis de políticas públicas foram criadas para se fazer valer, entretando pouco se vê cumpridas. Acredito que algumas escolas aplicam estas leis, mas ainda há muito o que se fazer e há muito o que se lutar pela escola inclusiva, pois assim, poderemos ensinar desde cedo a inclusão, desenvolvendo uma formação livre de preconceitos e abertos para uma igualdade para todos.
ResponderExcluirAcredito que as práticas educativas ainda não atingiram seu objetivo de fato, pois esta é uma tarefa com alto grau de complexidade, frente à realidade das escolas, quanto à estrutura, orientação e formação de profissionais, conforme manda a lei. Contudo, não podemos deixar de lado o que vem sendo realizado, já que o próprio público alvo dessas práticas demanda muita atenção, principalmente por parte dos educadores. Em meio a tantos entraves devemos considerar que existe muito a se fazer, e quando o quesito é a educação especial, isso sempre será assim, portanto, precisamos valorizar o trabalho que vem sendo feito, focando em sua melhoria.
ResponderExcluirAline Prates
Acredito que as escolas primeiramente, tem que mudar sua forma de olhar a deficiencia mental. Assim, surgirá uma nova mentalidade dos alunos sobre esta questão. Então haverá harmonia no ambiente escolar, 'englobando' os deficientes, coisa que ja deveria estar acontecendo a muito tempo.
ResponderExcluirAcredito que não aconteçam da maneira como deveria ser. As escolas deveriam dar maior atenção a isso e procurar se aperfeiçoar cada vez mais para melhor atender esses alunos.
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